Todo ano, o Governo calcula um número chamado FAP com base no histórico de acidentes da sua empresa. Esse número pode dobrar, ou cortar pela metade, o quanto você paga de INSS sobre toda a folha de pagamento. Erros nesse cálculo são comuns. E o prazo para corrigir é curto e não volta.
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Abrir calendário em nova abaToda empresa de construção paga uma taxa fixa sobre a folha de pagamento, geralmente a mais alta que existe: 3%. Só que tem um número chamado FAP que multiplica essa taxa pra cima ou pra baixo, dependendo do histórico de acidentes da empresa. Ele pode fazer você pagar a taxa cheia (6%) ou a metade dela (1,5%). A diferença está em conferir se esse número foi calculado certo.
Peso, altura, corte de material: são atividades de risco alto por natureza. Isso já deixa sua empresa mais exposta a esse tipo de erro. E quanto maior a folha de pagamento, maior o valor que está em jogo.
Exemplo: uma construtora com folha de R$ 1.200.000 por ano. Ajuste com os números da sua empresa na simulação logo abaixo.
É o que essa empresa paga a mais de INSS por ano, quando ninguém confere o número, e continua pagando assim por todo o ciclo de 2027.
Mesma empresa, com o número corrigido. Economia: R$ 25.200 por ano, todo ano, enquanto o novo número valer.
* Números de exemplo. O valor real depende da folha de pagamento e dos erros encontrados no cálculo da sua empresa.
Uma estimativa em 10 segundos. A conta certa, feita em cima dos dados oficiais, é o próximo passo.
Essa conta é só uma estimativa. O valor real e a chance de reduzir dependem da análise dos dados oficiais da sua empresa.
Vemos o número da sua empresa hoje e se vale a pena entrar com o pedido, sem custo.
Checamos, empresa por empresa, tudo que a Previdência usou pra calcular o número: acidentes, afastamentos e folha de pagamento.
Se encontramos erro, entramos com o pedido dentro do prazo, com tudo documentado.
Seguimos o processo até a decisão sair e, se precisar, recorremos.
Cuidamos do previdenciário junto com o trabalhista e a segurança do trabalho, porque acidente, afastamento e benefício nunca são um problema isolado.
Trabalhamos com construção civil, vidraçaria e marmoraria no dia a dia. Conhecemos os erros mais comuns desse setor.
Você só decide entrar com o pedido depois de saber se vale a pena. Se não tiver erro, falamos isso com a mesma clareza.
Então você sai sabendo, com segurança, que o número está certo, e não gasta tempo entrando com um pedido sem chance de dar certo. É pra isso que serve o diagnóstico inicial.
Sim. Você continua pagando o valor atual até sair a decisão. Por isso, quanto antes começar, menos tempo você paga o valor errado.
Varia de ano pra ano, depende de quantos pedidos estão sendo analisados. Se a resposta for negativa, ainda dá pra recorrer, dentro de um novo prazo de 30 dias.
Muda, e é um dos erros mais comuns. O número é calculado um por um, CNPJ por CNPJ, não pra empresa toda junto. Por isso a análise precisa olhar cada um separadamente.
Nos últimos anos, o número sai no fim de setembro e o prazo pra corrigir abre só entre 1º e 30 de novembro. As datas exatas de 2026 ainda vão sair oficialmente. Por isso, quanto antes começarmos a olhar seus dados, mais tempo sobra pra revisar tudo com calma.
O índice sai em setembro e a contestação abre por apenas 30 dias corridos, em novembro. Fale agora com o time e receba o diagnóstico de viabilidade sem custo, antes que essa janela comece a correr.
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